quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A Rosa e a Cruz



  Sinopse: Por volta do ano 1000 da era cristã, em um universo paralelo ao nosso, catástrofes naturais e ataques de demônios desolaram a humanidade e alagaram parte das terras, transformando as áreas habitadas em ilhas de diferentes dimensões. Estas foram se encastelando cada vez mais, como uma defesa ao avanço das hordas do mundo inferior.
   Neste cenário, para combater tais violentas criaturas, começaram a surgir guerreiros de elite no seio da Igreja, denominados cruzados (nenhuma relação com os que existiram em nossa realidade). Logicamente não faziam uso de nenhuma forma de magia, proibida pelo clero. No entanto, eram dotados de força e habilidades sobrenaturais que só podiam ser explicadas pelo sangue de Cristo introduzido em seus corpos pelos padres vermelhos, os encarregados de investi-los e de guardar o Santo Cálice, o Graal, em tempos tão difíceis enfim encontrado.
   Os cruzados passaram a combater os demônios e contribuíram, com sua imagem de salvadores, para o estabelecimento do catolicismo romano como religião realmente universal. A população de descrentes e os seguidores de outros cultos foram pouco a pouco desaparecendo diante da única fé que dava mostras de ser verdadeira...
   Com o transcorrer dos séculos, chegamos ao ano de 2012: os cruzados continuam a atuar, como membros de uma restrita Ordem militar, exterminando os seres do Inferno, que insistem em invadir a Terra, e também punindo os hereges. Tornam-se assim fonte de riquezas para a Igreja, considerando que todo serviço requisitado aos padres vermelhos é pago, a menos que diretamente solicitado por estes em razão de alguma emergência.
   Tais peculiares guerreiros permanecem sempre num número total de doze. E suas armas e armaduras são banhadas no sangue de Cristo. Só podem ser restauradas e aperfeiçoadas por padres vermelhos ferreiros, espacializados nesta manutenção.
   Depois que se tornam cruzados, se têm menos idade envelhecem “naturalmente” até os 30 anos. E se têm mais podem parar na idade em que estão ou rejuvenescer. Caso envelheçam por escolha própria, o que também é possível (havendo os que abdicam da juventude para não se mostrarem vaidosos), bastando a vontade, podem recobrar as aparências anteriores se mudarem de ideia. Morrem somente em batalha, resistentes a qualquer tipo de doença, e dormem pouco, alertas até durante o sono e cochilando quando querem em qualquer posição. Quase não precisam comer, só a cada sete dias, e aprendem com facilidade o idioma que desejarem.
   A Igreja pode autorizar o retiro de um guerreiro se este for digno de confiança e sob a condição que colabore quando requisitado, por exemplo treinando um aprendiz.
   Certos questionamentos porém tomam corpo porque é tido que os cruzados que caem no pecado acabam sendo possuídos por espíritos infernais (e de considerável poder). A exigência moral é por isso, teoricamente, muito maior para estes homens.
   Contudo, o argumento de que Cristo deseja pessoas virtuosas, e que portanto seu sangue abandona o corpo do guerreiro quando este cessa de praticar o bem desinteressado ao próximo, tornando sua carne mais vulnerável à invasão demoníaca do que a de um humano comum, como punição por sua impiedade, é contestado por testemunhas de atos claramente cruéis, arbitrários e anticristãos por parte de tais “paladinos”; atos que não resultaram em possessões. Quais seriam, portanto, os motivos ocultos? Deus estaria testando a fé dos homens? O que é evidente é que o sangue do Salvador não os faz de forma nenhuma santos, apenas seres dotados de dons sobre-humanos que os capacitam a combater as hordas de Lúcifer. Dádivas que são assim lâminas de dois gumes. Ninguém, no entanto, ousa questionar abertamente a autoridade da Igreja sem sofrer consequências: em uma das mais claras ambiguidades deste mundo, como os seres humanos podem às vezes temer seus protetores?
   Para reflexão, as palavras de São Paulo de Tarso: “Não temos de lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas e contra as hostes espirituais da maldade nas próprias regiões celestes.”

  A obra pode ser adquirida com o próprio autor ou no seguinte link:


http://www.clubedeautores.com.br/book/142279--A_Rosa_e_a_Cruz




Einherjar





  Sinopse: Nesta obra, o contexto em que me baseei para criar todo um novo mundo ficcional foi o da mitologia nórdico-germânica, ao qual incorporei elementos de minha própria imaginação e outras influências. A trama claramente não se passa em nosso universo, embora possam ser encontradas algumas correspondências, mas em uma realidade paralela na qual os deuses de Asgard atuam, com destaque para as valquírias, que recolhem os mortos honrados, os einherjar, e os levam ao reino de Odin, onde deverão treinar para a grande batalha do final dos tempos: o Ragnarok.

  Leia trechos da obra neste blog.

Corpo e Alma


  Sinopse: Elias Wormhole, brasileiro descendente de ingleses, estudante de Ocultismo nas horas vagas e tradutor de obras antigas, especialista em sânscrito e hebraico, levava uma vida relativamente tranquila, iniciando sua carreira de professor universitário, com mais trabalho do que honrarias, até que um acontecimento inusitado mudou a sua existência, fazendo com que deixasse a atividade acadêmica para se embrenhar em um mundo com o qual sempre sonhara, mas que nunca conseguira vivenciar na prática, mergulhando de corpo e alma em uma realidade desconhecida para a maioria.


  Leia online:

  Para adquirir o livro


Perseu e Andrômeda



  Sinopse: Acrísio, o rei de Argos, descobre através da pitonisa de Delfos que será morto por seu próprio neto. Por isso enclausura sua única filha, Danae. O que não impede que justamente Zeus se interesse por ela. E da união entre a mortal e o senhor do Olimpo nasce Perseu, o herói que abaterá a górgona Medusa.
   Perseu está destinado ao encontro com Andrômeda, a audaz princesa da Etiópia, uma jovem capaz tanto de desafiar os costumes de seu reino como de se oferecer em sacrifício para salvá-lo.
   A obra envolve, entre outros temas tradicionais da cultura da antiga Grécia, a questão da inexorabilidade do Fado. E, no curso da narrativa, iremos nos deparar com diversos deuses e seres da mitologia, tais como as velhas greias, Atena, Hermes, Poseidon e o titã Atlas.

  Este livro virtual está disponível no Recanto das Letras: